Combo Especial Plotino - Enéadas e Vida de Plotino

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Vida de Plotino: Sobre a Vida de Plotino e a ordem de seus livros

Neste livro estão os dados biográficos de um dos principais expoentes da filosofia racional grega, escritos por outro personagem importante da história da filosofia: Plotino o filósofo, Porfírio o discípulo. O texto trata sobre o método para compilação da extensa obra intitulada As Enéadas, as razões de distribuição em seis livros com nove tratados em cada livro, os números considerados perfeitos, a ordem cronológica dos textos. Versa também a respeito da educação e da filiação de Plotino à escola de Amônio Sacas, sobre a vocação filosófica deste mestre que possuía a metafísica e purificação da alma como objetivos, sobre a ideia de mundo esboçada nos diálogos de Platão, e sobre a teoria da alma do cosmos. Toda a contribuição de Plotino com textos fundamentais sobre as três hipóstases da teoria - o uno, a inteligência e a alma - foi estabelecida por Porfírio, seu discípulo e biógrafo, que contribuiu com o texto das Enéadas como o lemos hoje.

Primeira Enéada - Plotino

O que é o vivente? A virtude? A dialética? A felicidade? O estado de felicidade no tempo? O belo? O principal e os demais bens? E os males, quais são e donde procedem? E o suicídio, como se explica? Tais temas desenvolvidos no inicio das seis séries conhecidas como Enéadas, escritas entre 254 e 270 d.C., sempre compreendidas por nove tratados cada uma, num total de cinquenta e quatro, apresentados de forma independente, como aulas que mantêm a conexão de seus núcleos temáticos. Não há nesses estudos preocupação de estética literária como se espera de oradores e filósofos que utilizam a prosa ática, nem mesmo rigor formal no sentido gramatical – que também revela a preocupação principal de seu autor. Iniciador do neoplatonismo, Plotino se nos apresenta hoje como um dos indispensáveis pensadores da filosofia grega antiga; seu texto diz respeito à vida, a questões existenciais que moviam a curiosidade do homem antigo e que excitam ainda mais a pesquisa do homem moderno.

Segunda Enéada - Plotino

A questão da eternidade do cosmos e da não eternidade das coisas terrenas; o movimento circular do céu, o não movimento espacial da alma; a negação da validade da astrologia e as limitações da influência astral; a afirmação do livre-arbítrio; a matéria sensível, a matéria inteligível; as definições de substância e de qualidade; a interpenetração das substâncias materiais; o tamanho aparente das coisas, de acordo com a distância do observador – enfim a física e o universo são os temas desenvolvidos nos nove tratados desta Segunda Enéada, que termina, não obstante, com um longo ataque aos gnósticos do início do cristianismo.

Quarta Enéada - Plotino

Nesta quarta das seis Enéadas, nove tratados acerca da alma. Estudos iniciais sobre a essência da alma; sumário das ideias desenvolvidas no decorrer do livro; a essência verdadeira somente no mundo inteligível, apreensível pela inteligência. O homem: de composição em corpo e alma, de constituição propriamente restrita à alma. Nem harmonia, nem enteléquia, a alma como distinta e separável do corpo, como princípio da vida, de atividade inata e imortal. Partes da alma; relação com o corpo. A inteligência, a alma racional, a alma irracional, a alma após a vida terrestre; retorno da alma a Deus. Refutação ao materialismo: a imortalidade da alma. A questão da descida da alma aos corpos. Como as almas particulares se unem à alma universal donde procedem.

Quinta Enéada Plotino

Nesta Quinta Enéada as três hipóstases – o uno, a inteligência, a alma – do sistema de Plotino. O uno como gerador da inteligência, e esta como geradora da alma. Na concepção do uno, a alma abstraindo-se dos objetos exteriores, reentrando em si mesma, examinando sua natureza própria. Para o homem o verdadeiro conhecimento de si mesmo pressupondo a identidade do sujeito pensante e do objeto pensado. As coisas geradas contidas nos princípios dos quais procedem. O princípio supremo não contido por nada e contendo todas as coisas. O mundo incluído na alma universal, esta na inteligência, esta última no princípio incluidor de tudo e não incluído em nada. Os princípios pensantes: a inteligência, a alma; acima desses, o primeiro princípio, causa do pensamento. Cada alma individual como eterna; a diversidade entre os indivíduos tendo por causa a diferença de razões seminais. A beleza da alma tendo por princípio a perfeição da inteligência. A natureza da inteligência contendo as essências ou ideias; a inteligência como arquétipo universal da ideia de todas as coisas existentes no mundo sensível. A alma particular de existência real por si mesma e de compreensão no mundo inteligível.

 

Sexta Enéada - Tomo I

Caracteriza-se, sobretudo, por estudos acerca da principal das hipóstases de Plotino – o Uno – a sexta e última das Enéadas, obra da qual este primeiro tomo compreende os cinco primeiros tratados. Os três iniciais formam uma sequência única; desenvolvem-se as questões sobre a existência ou de um só ser ou de vários seres e, neste último caso, sobre o número de seres. Formam também obra única os tratados quatro e cinco sobre a onipresença da realidade espiritual, da qual dependem as coisas sensíveis. Platão (Sofista, Parmênides) e Aristóteles (Física, Categorias) são a base de toda a argumentação desenvolvida.

Sexta Enéada - Tomo II

Dos números; da multidão de ideias e do bem; da liberdade e da vontade do uno; do bem e do uno – tais os tratados sexto a nono deste tomo segundo que finaliza a última das Enéadas. No sexto: um mesmo grupo de coisas em diversos níveis metafísicos, a cada um dos quais mais estritos os elementos do grupo conforme sobe em direção ao uno, mais disseminados conforme se inclina em direção à matéria; no uno a unidade, a forma e a realidade de todo existente. No sétimo, até o capítulo XIV, acerca do mundo inteligível; do capítulo XV até o fim, versa acerca do bem. É de aspecto, sobretudo, teológico, o tratado oitavo: afirmações concernentes à origem e ao modo de ação do uno; o que depende de nós e o ato voluntário; a inteligência como base verdadeira da liberdade. No tratado nono, especulações acerca do bem e do uno: o bem para a alma, como causa de inteligência e de vida; o uno em sua função  unificadora do múltiplo.  

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